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segunda-feira, 7 de abril de 2014

O algodão biológico não engana

Notícia do Jornal do Metro de Lisboa do dia 07/04/14

"Por detrás do "100% algodão" que encontramos nas etiquetas dos artigos têxteis poderão, na verdade, estar processos de fabrico muito diferentes. Claro que, no caso de uma peça feita em algodão biológico, a rotularem é normalmente mais completa, podendo incluir selos como o Global Organic Textile Standard, o Organic Exchange, o Oeko-Tex ou o Rótulo Ecológico Europeu. Numa altura em que o mercado começa a despertar para esta preocupação, com preços acessíveis e mais variedade, vale a pena perceber a diferença entre comprar algodão biológico e convencional. Podemos começar por dizer que o cultivo de algodão é responsável por 50% dos pesticidas químicos usados na agricultura, a nível mundial. Ou que para fabricar uma t-shirt são precisos 2.700 litros de água. Num setor de negócio tão competitivo (com 30 milhões de produtores em todo o mundo e 2,4% do terreno cultivado do planeta), há que redobrar esforços para garantir um menor impacte ambiental e uma maior equidade social. Preferir biológico é, pois, uma forma de incentivarmos modos de produção que se preocupam com a fertilidade dos solos e a salvaguarda dos recursos híbridos, quer à superfície, quer subterrâneos."
Sara Campos - saracampos@quercus.pt


Fonte: http://www.readmetro.com/en/portugal/lisbon/ (Jornal do Metro de Lisboa, pp.4)

terça-feira, 1 de abril de 2014

Quercus defende apostas renováveis

Notícia do Jornal do Metro de Lisboa do dia 01/04/14


O ambientalista da Quercus Francisco Ferreira defendeu ontem que Portugal deve apostar nas energias renováveis, apesar da situação económica, e também na prevenção de incêndios florestais em detrimento do combate.
Em declarações à agência Lusa a propósito do relatório da ONU que alerta para o aumento, em Portugal e no sul da Europa, do risco de incêndios florestais de grandes dimensões climática, Francisco Ferreira explicou que o combate ás alterações climáticas pode ser visto como uma oportunidade para o País se tornar mais capaz sozinho e independente de terceiros.

"Pode ser uma oportunidade para nos tornarmos mais eficientes e menos dependentes do exterior. Não temos gás natural, carvão e petróleo. Temos de apostar nas energias renováveis", disse


Fonte: http://www.readmetro.com/en/portugal/lisbon/ (Jornal do Metro de Lisboa, pp.4)