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segunda-feira, 2 de junho de 2014

Uma balança feita de bambu

Uma balança que não precisa de calibragem, troca de baterias ou de ser recarregada. Detalhe: ainda é feita de bambu. A criação é dos designers Lei Shi e Yujie Hong. O formato inusitado permite que a pessoa suba e confira o seu peso de acordo com o escorregar da estrutura.

Mais uma demonstração de que, no mundo do design, nem tudo precisa de ser resumido aos gadgets eletrónicos.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

WWOOF



A WWOOF é um programa de intercâmbio. Em troca de ajuda voluntária, as quintas WWOOF oferecem comida, alojamento e oportunidade para conhecer estilos de vida naturais.

Os voluntários têm a oportunidade de ter um contacto em primeira mão com as diversas técnicas de agricultura biológica, permacultura, construção ecológica e outras técnicas ambientalmente saudáveis.

A WWOOF põe em contacto as pessoas que querem ser voluntárias (WWOOFers) em quintas de agricultura biológica que estão à procura da ajuda de voluntários.

A WWOOF tem uma quota suficientemente baixa para garantir a inclusão de qualquer pessoa que pretenda aderir.

Hoje, a rede integra mais de 422 quintas espalhadas em 51 países.




Para se inscreverem e obter mais informações:


segunda-feira, 5 de maio de 2014

Estudo prova que passar pelo menos quatro dias na natureza sem tecnologias aumenta a criatividade em até 50%

“Isto mostra que a interação com a natureza tem benefícios reais e mensuráveis para a resolução criativa de problemas que ainda não tinham sido demonstrados”, disse um dos autores do estudo, David Strayer, professor de psicologia na Universidade do Utah.
Para o investigador, estes resultados provam que “enterrar-se em frente a um computador 24 horas por dia, sete dias por semana, tem custos que podem ser remediados com um passeio na natureza” 
“Demonstrámos que quatro dias de imersão na natureza, e o correspondente desligamento da tecnologia, aumenta o desempenho em tarefas criativas e de resolução de problemas em 50%”, concluíram os investigadores, sem esclarecer se o efeito se deve à natureza, à ausência de tecnologia ou à combinação de ambos os fatores.



Ver mais em :
http://www.jardimdomundo.com/estudo-prova-que-passar-pelo-menos-quatro-dias-na-natureza-sem-tecnologias-aumenta-criatividade-em-ate-50/

sexta-feira, 2 de maio de 2014

Carro sem condutor do Google vai antecipar decisões dos ciclistas

O Google continua a trabalhar no seu carro sem condutor, um projecto que poderá ser uma realidade a médio prazo nas estradas de algumas cidades mundiais  e vai apresentando, assim, novidades a um ritmo vertiginoso.
O novo vídeo da multinacional norte-americana explica que o seu carro sem veículo vai reconhecer os sinais que os ciclistas fazem com as mãos, anunciando que vão mudar de direcção, e até antecipar estas decisões.
“[Nos cruzamentos], o carro vai parar e esperar até que o caminho fique livre”, explicou a test driver Priscilla neste vídeo. “Até detectamos os ciclistas que se aproxima por trás, e esperamos que eles nos passem. A partir do momento em que o ciclista nos passa, o veículo determina se é seguro virar”.
Na verdade, esta tecnologia leva a que os carros sem condutor sejam, efectivamente, mais seguros que os carros conduzidos por pessoas. Sobretudo para os ciclistas.
O Google ainda tem muito trabalho pela frente para colocar os seus carros sem condutor nas estradas – relacionado com a tecnologia mas também com as autorizações para o fazer. Segundo o Instituto de Engenheiros Eléctricos e Electrónicos (IEEE), uma das maiores organizações de engenharia à escala mundial, cerca de 75% da frota mundial de veículos não terá motorista ou condutor em 2040. Parece-nos uma data extremamente improvável, mas tudo indica que o futuro da mobilidade caminhará por aqui.


Fonte: 

Grande quantidade de lixo descoberta no mar profundo da Europa

Existe uma grande quantidade de lixo, entre garrafas, sacos de plásticos e redes de pesca, no mar profunda da Europa, do Mediterrâneo e costa europeia até ao mesoatlântico, a 2.000 quilómetros da terra.
Este é o resultado de uma investigação que envolveu 15 organizações de toda a Europa e foi liderada pelo centro IMAR, da Universidade dos Açores.
A investigação deu origem a um artigo científico, publicado na quarta-feira no jornal PLOS ONE, que explica que a grande quantidade de lixo que chega ao mar profundo é um assunto “de importância mundial”. “Os resultados do estudo destacam a extensão do problema e a necessidade de acções para prevenir a crescente acumulação de lixo nos ambientes marinhos”, revelaram os investigadores.
“Esta pesquisa demonstrou que o lixo humano está presente em todos os habitats marinhos, das praias às zonas mais profundas e remotas dos oceanos”, explicou à Lusa Christopher Pham, investigador da Universidade dos Açores.
“A maior parte do mar profundo continua inexplorada pelos humanos e esta é a nossa primeira visita a muitos destes locais, pelo que ficámos chocados ao descobrir que o lixo chegara lá primeiro que nós”, acrescentou o cientista.
Segundo o estudo, foi encontrado lixo em praticamente todos os locais investigados, com o plástico a contribuir globalmente com cerca de 41% e aparelhos de pesca abandonados com cerca de 34% do total. Foi também descoberto vidro, metal, madeira, papel e cartão, roupa, cerâmica e outros materiais não identificados.



Ver mais em:

Construção sustentável chegou a Curitiba com a Tecverde

Curitiba está a tornar-se cada vez mais verde. Depois de anunciado um projecto para a implementação de ciclovias, a construção na cidade brasileira vai passar a ser mais sustentável, com o apoio do sistema wood frame, uma tecnologia alemã que chega agora ao Brasil pelas mãos da Tecverde.
A empresa curitibana oferece um modelo com até 80% menos emissões de dióxido de carbono que uma construção convencional, que permite, inclusivamente, edificar uma habitação de forma mais rápida. Como se todos os benefícios ecológicos não bastassem, o preço da obra é igual ou até mesmo menor que o valor de uma obra tradicional e menos sustentável.
As vantagens económicas passam ainda pela poupança em sistemas de ar condicionado ou aquecedores, uma vez que as casas são isoladas termicamente. Além disso, como as peças são produzidas na fábrica especialmente destinadas a cada um dos projectos em curso, têm o tamanho ideal, pelo que a produção de resíduos da obra diminui até 85%.
A manutenção é muito semelhante àquela realizada nas casas convencionais, à excepção de pequenas obras. Esses casos podem tornar-se ainda mais fáceis. Na eventualidade de um cano precisar de ser substituído, por exemplo, basta recortar o pedaço da parede, fazer o necessário e remontar o pedaço, explica um responsável pela empresa brasileira, citado pelo portal Atitude Sustentável.



Ver mais sobre o assunto e o vídeo no site:

As casas ecológicas de madeira made in Portugal

“[Nestas casas], o volume de carbono aprisionado dentro da estrutura molecular da madeira é maior do que o carbono libertado para a atmosfera com a sua transformação e transporte”, garante Hélder Santos, sócio-gerente da Jular Madeiras, com sede na Azambuja.


Segundo o responsável, este tipo de construção é muito leve, ainda que os edifícios sejam resistentes. “Há edifícios de madeira com mil anos e, em Portugal, vários são centenários”, argumenta Hélder Santos.
Para além da sustentabilidade no processo de fabrico, as casas em madeira podem também ser recicladas facilmente, dando origem a outros produtos em madeira. Veja o episódio 138 do Economia Verde.




ver vídeo e mais sobre o assunto no site:
http://greensavers.sapo.pt/2013/11/04/as-casas-ecologicas-de-madeira-made-in-portugal-com-video/

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Desperdício de comida

Um vídeo sobre um campanha que pretende sensibilizar as pessoas para o desperdício de comida. 

Na minha opinião é uma boa campanha e um bom ponto de partida, embora não chegue ainda para atenuar o problema ou para solucioná-lo completamente, pois o maior desperdício não está no que resta dos pratos, mas sim na seleção, transporte e preparação dos alimentos. Assim sendo, como iniciativa de consciencialização serve, mas tira o foco da verdadeira fonte do problema. Por exemplo, se eu colocar no prato 20% a mais ou a menos de comida não irá fazer diferença nenhuma, porque toda a comida que sobra, por lei tem de ser descartada e nunca reaproveitada, ou seja, vai para o lixo da mesma forma. Contudo, é um vídeo que nos faz reflectir todos os dias em cada refeição e ter consciência destes vários aspectos, como por exemplo, o fato de a alimentação ser essencial, muito mais para aqueles que passam fome.

Uma pequena ação para o começo de uma grande mudança que tem de começar nos hábitos das pessoas em colocar mais comida nos seus pratos que aquela que, na realidade, conseguem ou irão comer. Desta forma, a restauração iria perceber que a comida ia sobrar e iria reduzir a quantidade.

Consumir é um direito, consumir de uma forma consciente é um dever!



Vejam este vídeo!

Nimbus Eco

Nimbus Eco: o papel higiénico ecológico feito de bambu e açúcar de cana


Nimbus Eco é uma marca que fabrica vários produtos de papel. Um deles é o papel higiénico produzido a partir de bambu e açúcar de cana, que foi apresentado na edição deste ano do festival de música Coachella, na Califórnia. Mark Samuels e Josh Askin, os fundadores da marca, passaram meses a testar várias formas alternativas ao papel produzido a partir das árvores, até que chegaram à combinação de bambu com açúcar de cana, refere o Inhabitat. O bambu confere resistência ao papel e o açúcar suavidade. Adicionalmente, o bambu é uma das plantas que cresce mais rápido e o açúcar de cana é um bioproduto que resulta da extracção do açúcar das canas.
Tanto o bambu como o açúcar de cana utilizados são cultivados manualmente para ajudar a reduzir as emissões de dióxido de carbono. A marca disponibiliza embalagem de três tamanhos, tanto par uso doméstico como para uso em espaços públicos.



ver mais:


Português cria velas feitas a partir de óleo para fritar batatas

Durante anos, Mário Rui Silva era um típico trabalhador de multinacional, sendo o seu maior cliente uma empresa de óleos alimentares. À medida que o seu conhecimento da empresa foi aumentado, uma coisa tornou-se clara: a elevada pegada carbónica  do negócio dos óleos alimentares, um “problema sem solução” que Mário acabou por tornar em oportunidade.
Esta visão, que se baseou numa âncora ambiental para fomentar o sucesso económico, rapidamente se tornou na Oil2Wax, a empresa por trás da The Greatest Candle: velas coloridas e perfumadas feitas a partir de óleo para fritar batatas.
Cada embalagem dá para fazer seis velas, sendo todos os pós feitos à base de produtos naturais. O kit da The Greatest Candle acabou por ser eleito o melhor produto no Salão de Decoração Internacional de Paris.
Todos os produtos são fabricados em Portugal e testados em laboratórios, sem recurso a animais. As velas são vendidas em Itália, França, Bélgica, Holanda e Reino Unido. Os portugueses, porém, apenas a podem comprar neste site.



Para  ver o episódio 155 do Economia Verde e mais sobre o assunto:

Softie

Holandeses criam um saco de lixo para as pessoas deitarem fora objetos que ainda podem ser úteis para outras pessoas.

O Softie é um distintivo, saco de lixo transparente para dar. Descartados, mas o material utilizável tem a chance de uma segunda vida. A bolsa é deixada na rua e recuperada. 

O Softie é um produto tangível que mostra um comportamento sustentável de pessoas num bairro. É uma introdução acessível para a sustentabilidade.




Ver mais no site:

sábado, 19 de abril de 2014

10 clever bottle designs that could help save the planet

Normal plastic bottles aren't really designed to be reusable. Here are 10 clever designs that are.

The plastic water bottle industry is a very big deal, producing more than 50 billion bottles a year worldwide. But this comes with some major environmental impacts. Most of the bottles are thrown away rather than reused or recycled so there's the obvious problem of disposal, plus the fact that it takes 17 billion barrels of oil each year to produce them.
These bottles are all designed to be refillable and reusable, plus you can save money by filling them up from the tap. And they all look pretty darned cool too...
See more:

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Nações Unidas aprendem com Portugal a combater desperdício alimentar

Zero Desperdício, Fruta Feia e Refood são projectos portugueses que podem servir de modelo para experiências em todo o mundo, diz a FAO à Renascença.

Lisboa quer ser a primeira capital zero desperdício do mundo. No Minho, nasceu o primeiro movimento universitário nacional de combate ao desperdício nas cantinas. A Refood chega ao Porto este ano e também está em marcha no Algarve. A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) está atenta ao que Portugal está a fazer contra o desperdício alimentar.




ver mais em :
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=25&did=144928

domingo, 13 de abril de 2014

Bios Urn



"Uma nova forma de conceber vida, depois da vida". A reencarnação é a partir de agora possível, pelo menos em forma de árvore. A “Urn Bios”, ideia original de Gerard e Roger Moliné, foi passada à prática e já está disponível para compra no site oficial

No processo está envolvido um recipiente 100% biodegradável, onde são colocadas as cinzas procedentes de uma cremação, a que se junta uma semente, que se desenvolve numa cápsula no topo da embalagem.

Para facilitar o crescimento, deve ser colocada terra no interior da própria caixa, a que se juntam as cinzas que acabam por se integrar no próprio subsolo, onde são colocadas. Por predefinição, a semente que acompanha o recipiente é de pinheiro, mas esta pode ser alterada consoante desejado.

O produto "Urn Bios" — uma urna ecológica — pode ser usada tanto no caso de funerais de seres humanos como de animais de estimação.

A ideia de uma urna biológica e amiga do ambiente não é inteiramente nova. Já existia o projecto Poetree, de Margaux Ruynant cujo conceito era semear uma planta recorrendo a cinzas, e Carla Cava’s Arum, que permitia plantar cinzas numa árvore preexistente.



Fontes

Site: http://urnabios.com 
Página do facebook: https://www.facebook.com/urnabios?sk=wall&filter=2&notif_t=wall
Blog: http://urnabios.com/blog/

segunda-feira, 7 de abril de 2014

O algodão biológico não engana

Notícia do Jornal do Metro de Lisboa do dia 07/04/14

"Por detrás do "100% algodão" que encontramos nas etiquetas dos artigos têxteis poderão, na verdade, estar processos de fabrico muito diferentes. Claro que, no caso de uma peça feita em algodão biológico, a rotularem é normalmente mais completa, podendo incluir selos como o Global Organic Textile Standard, o Organic Exchange, o Oeko-Tex ou o Rótulo Ecológico Europeu. Numa altura em que o mercado começa a despertar para esta preocupação, com preços acessíveis e mais variedade, vale a pena perceber a diferença entre comprar algodão biológico e convencional. Podemos começar por dizer que o cultivo de algodão é responsável por 50% dos pesticidas químicos usados na agricultura, a nível mundial. Ou que para fabricar uma t-shirt são precisos 2.700 litros de água. Num setor de negócio tão competitivo (com 30 milhões de produtores em todo o mundo e 2,4% do terreno cultivado do planeta), há que redobrar esforços para garantir um menor impacte ambiental e uma maior equidade social. Preferir biológico é, pois, uma forma de incentivarmos modos de produção que se preocupam com a fertilidade dos solos e a salvaguarda dos recursos híbridos, quer à superfície, quer subterrâneos."
Sara Campos - saracampos@quercus.pt


Fonte: http://www.readmetro.com/en/portugal/lisbon/ (Jornal do Metro de Lisboa, pp.4)

terça-feira, 1 de abril de 2014

Quercus defende apostas renováveis

Notícia do Jornal do Metro de Lisboa do dia 01/04/14


O ambientalista da Quercus Francisco Ferreira defendeu ontem que Portugal deve apostar nas energias renováveis, apesar da situação económica, e também na prevenção de incêndios florestais em detrimento do combate.
Em declarações à agência Lusa a propósito do relatório da ONU que alerta para o aumento, em Portugal e no sul da Europa, do risco de incêndios florestais de grandes dimensões climática, Francisco Ferreira explicou que o combate ás alterações climáticas pode ser visto como uma oportunidade para o País se tornar mais capaz sozinho e independente de terceiros.

"Pode ser uma oportunidade para nos tornarmos mais eficientes e menos dependentes do exterior. Não temos gás natural, carvão e petróleo. Temos de apostar nas energias renováveis", disse


Fonte: http://www.readmetro.com/en/portugal/lisbon/ (Jornal do Metro de Lisboa, pp.4)

sexta-feira, 28 de março de 2014

Folding Greenhouse: Mini-Estufa

Daniel Schipper, criador da pequena estufa, desenhou esta peça para os amantes da botânica que moram em grandes cidades e em pequenos espaços. A peça é leve, flexível, e modular, dando a possibilidade de encaixá-la em qualquer lugar da casa.

A peça entitulada "Folding Greenhouse" é feita integralmente de plástico reciclado, e as suas dobras consistem em conceitos tão fáceis quanto o origami mais básico possível.


Do designer Daniel Schipper.


Fonte:
http://www.designatento.com/design-sustentavel/eco-design/folding-greenhouse-mini-estufa.html


Reaproveitamento de Materiais Gráficos



Um estúdio de design chileno, Onceneto, juntou-se com a La Tercera, jornal local, para criar uma parceria com a recuperação de materiais gráficos utilizados durante a impressão do jornal.

A cadeira é feita com tubos de papel cartão, que são nada mais nada menos, utilizados como gigantescos rolos de suporte para papel virgem. Ótima reutilização dando origem à cadeira batizada por Conolounge.

As carteiras são feitas através do reaproveitamento da borracha descartada durante o processo de impressão do jornal, que originalmente é utilizada para a transmissão de tinta da matriz ao material a ser impresso.

Fonte: Tree Hugger

Dell Studio Hybrid Desktop




A Dell anunciou sua linha de desktops "amigas da natureza", 80% menor que os desktops convencionais, consumindo 70% a menos de energia, e 95% da sua embalagem é reciclável.

Equipado com processador Intel Core 2 Duo, 4GB de RAM DDR2 SDRAM, 320GB no disco rígido, gravador de DVD e leitor de mídias Blu-Ray, wireless, wi-fi (..)


Fonte:


"Xixi no banho"


"Se você nunca fez xixi no banho, comece a considerar essa possibilidade". O anúncio feito para a Fundação SOS Mata Atlântica tem como a sua chamada principal e bem objetiva o desconsertante "xixi no banho". A criação é de Eduardo Lima e João Linneu, da agência F/Nazca S&S.

Pode parecer engraçado, mas o incentivo às pessoas começarem a fazer seu xixi no banho tem como intuito a economia de 4.380 mil litros de água por ano. Segundo o anúncio, economizar uma descarga por dia significa a economia de 12 litros de água. Se uma considerável percentagem de pessoas adquirisse esse hábito, muita água seria poupada.

O anúncio está publicado no site www.xixinobanho.org.br, seguindo um design bem descontraído, interagindo com o internauta.


Fonte: